- Em Milão, a Galeria Vittorio Emanuele II iniciou a restauração do mosaico do touro, pela primeira vez desde 2017, com uma barreira protetora à volta da peça.
- O mosaico fica no Octógono central da galeria, local de uma tradição de girar sobre os calcanhares para atrair sorte.
- O touro representa Torino entre quatro brasões no piso, que incluem Roma, Florença e Milão.
- A origem da prática de rodopiar no mosaico não é certa, mas era comum entre os visitantes há décadas para suposta boa sorte e retorno à cidade.
- O trabalho consiste em retirar as partes danificadas, consolidar a base, colocar ladrilhos de substituição e rejuntar; a conclusão está prevista para o fim de semana, podendo ser temporária.
O mosaico com o touro, símbolo popular da Galeria Vittorio Emanuele II, está a ser restaurado em Milão. A intervenção ocorre pela primeira vez desde 2017, com barreira de proteção já colocada no piso.
Ao longo de várias gerações, visitantes rodopiam sobre os calcanhares nos mosaicos que representam os testículos do touro, acreditando trazer sorte e o retorno à cidade. A prática é antiga e muito conhecida entre os milaneses.
A obra está situada no Octógono, no cruzamento central da galeria que liga a Piazza del Duomo à Piazza della Scala. A galeria é um espaço histórico do século XIX, conhecido pelo teto envidraçado e pelas lojas de luxo.
Restauro e cronologia
As obras iniciaram no início desta semana e devem ficar concluídas até ao fim de semana. O objetivo é estabilizar áreas danificadas, substituir ladrilhos e repor o rejunte, mantendo a configuração original do mosaico.
Ainda não está claro se a solução será definitiva, sendo provável que o método utilizado seja temporário. Em todo o caso, a restauração visa preservar um elemento histórico que já faz parte da identidade da galeria.
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