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NASA revela plano para base lunar permanente associada a Trump

NASA revela plano faseado para base permanente na Lua até 2030, com missões iniciais, cooperação internacional e liderança na exploração espacial

Estados Unidos querem instalar uma base permanente na superfície da Lua até 2030.
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  • A NASA revelou um plano faseado para construir uma base permanente na Lua até 2030, alinhado com a Política Espacial Nacional dos EUA.
  • O programa começa com missões robóticas e tecnologia de superfície para estudar energia, comunicações e navegação lunar, avançando para estruturas parcialmente habitáveis e abastecimentos regulares.
  • A NASA já fechou parcerias com Itália, Canadá e Japão (JAXA) e prevê acordos adicionais em habitação, mobilidade e logística para sustentar a presença lunar.
  • A estação Gateway foi suspensa para se concentrar na base lunar, com Artemis III ajustada para testar sistemas em órbita da Terra e Artemis IV prevista para 2028.
  • Além da Lua, a agência quer lançar a nave Space Reactor-1 Freedom para uma missão interplanetária até Marte até ao final de 2028, com a carga útil Skyfall a explorar a superfície marciana.

A NASA revelou um conjunto de mudanças estratégicas para a exploração espacial dos EUA, visando voltar a levar humanos à Lua e estabelecer uma base permanente na superfície lunar até 2030. A agenda acompanha a Política Espacial Nacional e prioriza liderança na corrida à Lua, com foco em presença contínua.

O anúncio ocorreu durante um evento da agência, no qual a equipa expôs um plano faseado para a base lunar. O primeiro passo envolve rovers, instrumentos e tecnologia para estudar geração de energia, comunicações e navegação na Lua.

Com o tempo, a NASA planeia estruturas parcialmente habitáveis e abastecimentos regulares, incluindo colaboração com a JAXA para um rover pressurizado. A meta é evoluir para uma presença sustentável, com transferências de equipamento mais robustas.

Ao longo da trajetória, a NASA já firmou parcerias com Itália e Canadá e sinaliza acordos adicionais para habitação, mobilidade na superfície e logística. A prioridade é consolidar uma base permanente até 2030, apoiando missões futuras a Marte.

A agência também decidiu suspender o projeto da estação espacial Gateway, para concentrar recursos na base lunar. A Gateway estava prevista para 2027 como apoio a estadias mais longas na Lua e em Marte.

As missões Artemis foram reajustadas: Artemis III, prevista para 2027, passará a testar sistemas em órbita da Terra; Artemis IV mantém o objetivo de levar humanos à superfície lunar em 2028. Reentende-se uma cadência de lançamentos semestrais.

Numa dimensão além da Lua, a NASA prevê lançar a Space Reactor-1 Freedom, a primeira nave interplanetária com propulsão nuclear, até ao final de 2028, para voar até Marte. A missão inclui liberação de pequenos helicópteros para exploração.

Entre as missões científicas, destaca-se o telescópio Nancy Grace Roman para estudar energia escura. A missão Dragonfly, com um octocóptero a propulsão nuclear, deve chegar a Titã em 2034 para investigar o ambiente da lua de Saturno.

A NASA também planeia enviar o rover Rosalind Franklin, da ESA, a Marte em 2028, equipado com um espectrómetro de massa para detetar moléculas orgânicas. Uma nova missão terrestre, prevista para o próximo ano, visa melhorar a previsão de tempestades extremas.

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