- A fome emocional é quando recorremos à comida para lidar com emoções negativas, como stress ou tristeza.
- Exemplos comuns incluem dizer “mereço comer um doce” após um dia difícil ou perto de prazos no trabalho.
- O nutricionista João Rodrigues apresenta estratégias para vencer este habito no seu novo livro, Fome Emocional.
- Rodrigues é criador das páginas Mundo da Nutrição e concedeu entrevista ao PÚBLICO sobre o tema.
- A fome emocional pode afectar entre 30 a 40% da população, com as mulheres a serem mais afetadas. Além disso, lavar os dentes após as refeições pode ajudar a reduzir o impulso.
João Rodrigues, nutricionista e criador das páginas Mundo da Nutrição, lançou o livro Fome Emocional, pela editora Contraponto. A obra aborda como emoções negativas conduzem à alimentação por conforto, especialmente com açúcares, sal e gordura.
Na entrevista ao PÚBLICO, Rodrigues partilha estratégias para enfrentar este desafio que pode ultrapassar a nutrição. O autor revela que a fome emocional surge quando não ativamos os centros de recompensa em momentos de stress ou tristeza.
Estima-se que este tipo de fome afete entre 30 a 40% da população, com maior incidência nas mulheres. A obra propõe caminhos que vão além da alimentação, incluindo hábitos que ajudam a gerir emoções e reduzir excessos.
O que é fome emocional
O nutricionista explica que comer para esquecer não é apenas falta de força de vontade, mas uma resposta a estados emocionais. O livro apresenta ideias para reconhecer gatilhos e escolher estratégias mais saudáveis.
Estratégias práticas
Entre as sugestões estão rotinas de sono, planeamento de refeições e a prática de lavar os dentes após as refeições. Segundo Rodrigues, esses hábitos ajudam a reduzir o impulso por doces e alimentos altamente calóricos.
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