- Venâncio Mondlane afirmou disponibilidade incondicional para voltar a concorrer à Presidência de Moçambique em 2029, se os membros do Anamola assim o entenderem.
- O partido Anamola realiza a Convenção Nacional de 20 a 22 de junho, em Nampula, para eleger o líder e aprovar orientações políticas e estratégicas.
- A candidatura à liderança foi formalizada a 2 de junho, após o início das candidaturas no dia 1 de junho; Mondlane defende que haja mais candidatos para enriquecer o processo democrático.
- No dia 21 de junho, cerca de 400 delegados votam na eleição interna, com a presença de 50 convidados nacionais e internacionais.
- Moçambique deverá realizar eleições autárquicas em 2028 e gerais em 2029; em 2024 houve protestos prolongados e mortes relacionadas com o processo eleitoral.
Venâncio Mondlane afirmou esta sexta-feira a sua disponibilidade incondicional para voltar a concorrer à Presidência da República de Moçambique, em 2029, caso os membros do Anamola, o partido que lidera interinamente, o desejem.
O Anamola convocou a sua Convenção Nacional para 20 a 22 de junho, na província de Nampula, onde se espera a eleição do líder e a definição de candidatos para as eleições nacionais. O processo de submissão de candidaturas arrancou a 1 de junho.
Cerca de 400 delegados devem votar na eleição do presidente do partido durante a convenção. O evento contará com 50 convidados nacionais e internacionais, segundo o calendário divulgado pelo Anamola.
Mondlane formalizou a candidatura à liderança do Anamola a 2 de junho e defende que outros candidatos também devem avançar, para tornar o processo mais competitivo e dinâmico.
A agenda da convenção inclui a apresentação de temas estruturantes sobre política, economia e cultura, bem como as perspetivas do partido para o futuro e a escolha de órgãos internos, como o Conselho Nacional e a Comissão Executiva.
Além disso, serão ratificadas nomeações de presidentes de conselhos nacionais de jurisdição e de fiscalização, bem como membros da comissão de ética, num quadro de organização e governança do partido.
Moçambique deverá realizar eleições autárquicas em 2028 e eleições gerais em 2029, de acordo com o planeamento eleitoral do país. O histórico político de Mondlane envolve contestação à governação e participação relevante no panorama nacional.
As eleições gerais de 9 de outubro de 2024 ficaram marcadas por vários protestos e confrontos, que resultaram em várias mortes. O atual contexto político inclui críticas associadas ao processo eleitoral anterior, segundo informações oficiais.
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