- Caças Rafale franceses intercetaram 11 aeronaves russas na última semana, no âmbito do policiamento aéreo da NATO ao longo do flanco leste.
- Entre as aeronaves interceptadas estavam transportes Il-18 e An-12, bem como caças e aviões de reconhecimento, como Su-24 e An-30.
- Na terça-feira, forças francesas, com base em Šiauliai, Lituânia, intercetaram seis aeronaves russas na área de responsabilidade do Báltico.
- As interceptações integram a missão rotativa de quatro meses para proteger o espaço aéreo dos Estados bálticos.
- A NATO tem reforçado a sua presença na região desde a anexação da Crimeia pela Rússia, em 2014.
Caças franceses intercetaram 11 aeronaves russas na última semana, como parte do policiamento aéreo da NATO ao longo do flanco leste. A operação envolve o espaço aéreo próximo aos Estados bálticos e teve o objetivo de monitorizar voos sem plano de voo ou contacto rádio ativo.
Segundo o coronel Guillaume Vernet, porta-voz das forças armadas de França, os Rafale chegaram a descolar várias vezes da Lituânia para identificar e acompanhar as aeronaves russas que operavam sem comunicação. Entre as aeronaves interceptadas estavam aviões de transporte e de reconhecimento.
As aeronaves russas incluíram Ilyushin Il-18, Antonov An-12, Sukhoi Su-24 e Antonov An-30, além de caças. A missão destaca o desempenho de combate aéreo na região durante a semana.
Na terça-feira, interceptações ocorreram a partir da base aérea de Šiauliai, na Lituânia, com seis aeronaves russas sob vigilância na área de responsabilidade do Báltico. A ação insere-se no suporte rotativo da NATO para o espaço aéreo dos três países bálticos.
As operações fazem parte de uma resposta da aliança à intensificação de exercícios e deslocamentos militares na região, alimentada por tensões com a Rússia desde a anexação da Crimeia, em 2014. O objetivo é preservar a integridade do espaço aéreo báltico e a prontidão das forças.
Além disso, a semana trouxe relatos de incursões de drones no espaço aéreo báltico, com impacto na segurança regional. Autoridades dos Estados bálticos reiteraram que as acusações de Moscovo sobre uso do território para ataques contra a Rússia são infundadas, defendendo a cooperação norte-europeia.
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