- A líder da IL acusou o Chega de não ser um partido sério por defender a urgência da revisão constitucional, mas concordou em adiar o debate para o final do ano.
- Mariana Leitão falava na Feira do Livro de Lisboa e comentou o acordo entre o PSD e o Chega para suspender o prazo de entrega de propostas de revisão constitucional até 30 de dezembro, apontando dúvidas de constitucionalidade.
- A dirigente disse que a proposta do Chega parecia morta à partida e criticou o recuo após o acordo com o PSD, considerando a mudança pouco clara.
- A IL vai apresentar a sua própria proposta no final do ano, quando houver condições para um trabalho sério, concreto e com consequência para a Constituição.
- Sobre Portugal ser membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, Leitão considerou a notícia positiva, mas enfatizou a necessidade de resolver também problemas internos e de estimular o crescimento económico, apontando a OCDE.
Mariana Leitão, líder da IL, criticou o Chega por defender uma revisão constitucional urgente, mas concordar em adiar o debate. A observação veio durante uma visita à Feira do Livro de Lisboa, onde comentou o acordo entre PSD e Chega para suspender prazos até 30 de dezembro. A deputada questionou a constitucionalidade da manobra.
A presidente da IL afirma que o Chega não é um partido sério, dado o discurso da urgência seguido de recuo. Sustenta que o projeto estava morto à partida e que o adiamento não foi explicado de forma transparente. Alega vulnerabilidade no posicionamento público do Chega.
Leitão adianta que a proposta da IL será apresentada no final do ano, quando existirem condições para um trabalho sério e com consequências. A presidente recusou prometer números ou prazos que não possam ser cumpridos.
ONU: Portugal e o Conselho de Segurança
A líder da IL comentou, ainda, a eleição de Portugal como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, considerando-a boa notícia. Assinalou prioridades internas, como o crescimento económico, que a OCDE apontou como em baixa, e pediu foco nas políticas nacionais.
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