- A Polícia Judiciária deteve quatro cidadãos portugueses por suspeitas de homicídio qualificado, um deles na forma tentada, em Madrid, após mandados de detenção europeus emitidos pelas autoridades espanholas.
- As detenções ocorreram no Entroncamento e Santa Margarida, no distrito de Santarém, e em Nisa, no distrito de Portalegre.
- Os detidos opuseram-se à entrega às autoridades espanholas e permanecem em prisão preventiva, sob a operação Fribérico.
- Além do homicídio, são investigados por lesões graves, tráfico de droga, detenção de arma proibida e dano com arma de fogo.
- A investigação envolve cooperação entre a Polícia Judiciária, a Guardia Civil de Espanha e o DIAP de Santarém, com o Ministério Público a acompanhar o processo.
Na terça-feira, a Polícia Judiciária deteve quatro cidadãos portugueses no âmbito de um procedimento criminal por suspeitas de homicídio qualificado, dois crimes, um deles na forma tentada, praticados em Madrid. A detenção ocorreu na sequência de mandados europeus emitidos pelas autoridades espanholas.
As detenções tiveram lugar no Entroncamento, em Santarém, e em Santa Margarida da Calçada, no distrito de Santarém, bem como em Nisa, no distrito de Portalegre. Os suspeitos resistiram à extradição para Espanha e permanecem em prisão preventiva, segundo determinação do Ministério Público.
A investigação, coordenada pelo Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ, envolveu cooperação com a Guardia Civil de Espanha e o DIAP de Santarém. Além do homicídio, os detidos são apontados também como autores de lesões graves, tráfico de droga, detenção de arma proibida e dano com arma de fogo. A operação é designada Fribérico.
Contexto e cooperação internacional
De acordo com o MP de Évora, os crimes ocorreram em Madrid, em março passado, levando à emissão dos mandados de detenção europeus. O caso envolve ainda a morte de um cidadão marroquino e agressões a um cidadão espanhol, segundo a PJ.
A investigação continua em curso, com diligências em território espanhol e português para esclarecer responsabilidades e confirmar a participação dos quatro arguidos em cada crime. As autoridades portuguesas mantêm o processo em segredo de justiça até divulgação futura.
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