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Presidente russo e rei do Barém discutiram Médio Oriente por telefone

Putin e o rei Hamad falaram por telefone do Médio Oriente, destacando a necessidade de solução para a guerra contra o Irão e o reforço das relações bilaterais

O presidente russo Vladimir Putin
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  • O presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, e o rei do Barém, Hamad bin Isa al Khalifa, falaram por telefone na segunda-feira sobre o Médio Oriente, com ênfase na necessidade de chegar a uma solução para a guerra contra o Irão.
  • Os dois líderes abordaram as relações bilaterais, reafirmando o compromisso de as desenvolver nos âmbitos comercial, económico, financeiro, de investimento, cultural e humanitário.
  • O contacto precede de uma conversa anterior, há dois meses, na qual foi discutida a escalada sem precedente contra o Irão desde o início dos ataques israelo-norte-americanos.
  • No Barém, o Supremo Tribunal Penal condenou 14 pessoas, com uma delas a prisão perpétua e outras cinco a penas entre três e dez anos, acusadas de espionagem para a Guarda Revolucionária do Irão, em contexto de repressão contra muçulmanos chiitas e simpatizantes do regime iraniano.

O presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, e o rei do Barém, Hamad bin Isa al Khalifa, falaram esta segunda-feira por telefone sobre o Médio Oriente, com foco na necessidade de encontrar uma solução para a guerra envolvendo o Irão.

O Kremlin informou que os dois líderes também discutiram as relações bilaterais, reafirmando o compromisso de desenvolver cooperação nos âmbitos comercial, económico, financeiro, de investimento, cultural e humanitário.

A conversa anterior entre os dois ocorreu há dois meses, quando abordaram a escalada contra o Irão desde os ataques israelo-norte-americanos.

Contexto: Barém condena 14 pessoas

No domingo, o Supremo Tribunal Penal do Barém condenou 14 arguidos, com uma deles a prisão perpétua e cinco a penas entre três e dez anos, por espionagem para a Guarda Revolucionária do Irão.

As sentenças ocorrem num contexto de repressão a muçulmanos chiitas e a simpatizantes do regime de Teerão, conforme relatos da Justiça local.

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