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Trump defende destruição de urânio enriquecido ou entrega aos EUA

Trump propõe destruir urânio enriquecido do Irão ou entregá-lo aos EUA, com a Comissão de Energia Atómica como testemunha, em negociações de paz

O presidente norte-americano Donald Trump
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  • Trump defende destruir o urânio enriquecido detido pelo Irão ou entregá-lo aos Estados Unidos para destruição, caso não seja possível fazê-lo no país.
  • Em publicação na Truth Social, o presidente americano pediu que o urânio seja “imediatamente entregue aos Estados Unidos para ser repatriado e destruído”; como alternativa, propôs destruir o material no local com a Comissão de Energia Atómica como testemunha.
  • Trump assegurou que o Irão nunca obterá uma arma nuclear, numa cerimónia de homenagem aos 13 soldados norte‑americanos mortos, no cemitério nacional de Arlington.
  • As negociações entre Washington e Teerão para encerrar o conflito avançam, com pareceres de um acordo que poderia incluir a reabertura do estreito de Ormuz e o levantamento de sanções, mas deixar a questão nuclear para uma fase posterior e com críticas de senadores republicanos.
  • O Dia da Memória celebra-se na última segunda-feira de maio, prestando homenagem aos militares norte‑americanos mortos em combate.

O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira que o urânio enriquecido mantido pelo Irão deve ser destruído dentro do território iraniano ou, se não for possível, entregue aos Estados Unidos para destruição. A declaração foi feita numa publicação na Truth Social.

Trump afirmou que o urânio enriquecido deve ser imediatamente entregue aos EUA para ser repatriado e destruído. Em alternativa, sugeriu que, preferencialmente, o processo seja realizado no Irão, ou noutro local aceitável, com a Comissão de Energia Atómica a testemunhar o evento.

O chefe de Estado norte-americano garantiu que o Irão nunca obterá uma arma nuclear, num contexto de negociações bilaterais para encerrar o conflito e tranquilizar os seus correligionários sobre o acordo nuclear.

As declarações foram feitas durante a cerimónia do Dia da Memória, no cemitério nacional de Arlington, nos arredores de Washington, onde homenageou 13 soldados mortos em combate.

Nos últimos dias, os EUA e o Irão reforçaram contactos para finalizar um acordo que ponha fim à guerra iniciada por uma ofensiva aérea israelo-norte-americana em 28 de fevereiro, com um cessar-fogo desde 8 de abril.

A Casa Branca permanece confiante de que um acordo pode ser alcançado nos próximos dias, embora Teerão tenha considerado o avanço como não iminente, segundo informes.

Segundo informações preliminares, o pacto poderá incluir a reabertura do estreito de Ormuz e a suspensão de sanções ao Irão, mantendo, contudo, a questão nuclear para uma fase posterior, o que suscitou críticas de alguns senadores republicanos.

O Dia da Memória celebra-se na última segunda-feira de maio, em memória dos militares norte-americanos mortos em combate, em guerras como as Mundiais, Coreia, Vietname, Coreia, Afeganistão e Iraque.

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