- O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que a poupança das famílias ficou em 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026.
- O aumento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o crescer de 1,3% da despesa de consumo final, definiu a taxa de poupança de 12,3%.
- A despesa de consumo final subiu 1,3%, o que representa uma variação inferior em 0,1 pontos percentuais face ao RDB.
A taxa de poupança das famílias manteve-se em 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, conforme o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB) combinou com um aumento de 1,3% da despesa de consumo final (1,4% no trimestre anterior) para determinar a taxa de poupança.
A despesa de consumo final registou uma subida de 1,3%, uma variação mais baixa, em 0,1 p.p., face ao crescimento do RDB. Esta diferença explica a manutenção da poupança em torno do patamar observado.
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