- O cabaz alimentar desceu 87 cêntimos esta semana, fixando-se em 256,81 euros, após uma subida anterior, segundo a Deco Proteste.
- Em relação ao mesmo período do ano passado, o cabaz está 17,88 euros mais caro (menos 7,48%).
- Entre 17 e 24 de junho, a pescada fresca subiu 12% (para 11,63 euros), o pão de forma sem côdea subiu 10% (para 2,57 euros) e a carcaça tradicional aumentou 9% (para 0,21 euros).
- No confronto anual, destacam-se subidas significativas: carapau 45% (6,07 euros/kg), robalo 33% (10,23 euros/kg) e couve-coração 29% (1,76 euros/kg).
- A notícia refere ainda variações do cabaz ao longo de abril e junho, com registos de desces e subidas subsequentes, mantendo a tendência de oscilações.
O cabaz alimentar desta semana ficou em 256,81 euros, uma descida de 87 cêntimos face ao valor registado na semana anterior. A informação é avançada pela Deco Proteste, que acompanha a evolução mensal dos preços.
Entre 17 e 24 de junho, a semana anterior, destacaram-se aumentos significativos em três produtos: pescada fresca subiu 12% para 11,63 euros, pão de forma sem côdea subiu 10% para 2,57 euros e a carcaça tradicional ganhou 9% para 0,21 euros.
Comparando com o mesmo período do ano passado, o cabaz integrou subidas relevantes em itens como carapau, que passou a custar 6,07 euros por kg (mais 45%), robalo, 10,23 euros por kg (mais 33%), e couve-coração, 1,76 euros por kg (mais 29%).
Há um ano, era possível adquirir exatamente os mesmos produtos por 17,88 euros a menos (queda de 7,48%), enquanto no início de 2022 a diferença era de 69,11 euros (36,82% mais baixo).
O cabaz alimentar já registou oscilações relevantes na atual conjuntura: interrompeu a descida para 257,68 euros, desceu para 255,57 euros e posteriormente voltou a subir para 259,31 euros.
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