- O escritor guatemalteco Eduardo Halfon apresenta Tarântula, uma nova peça do que ele chama de “romance contínuo”.
- Tarântula foi distinguido com o prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro publicado em França em 2024.
- A obra aborda, de forma continuada, questões identitárias do autor e cruza-se com a História.
- Cada livro é visto como um capítulo de um grande romance que, no final, reúne toda a sua obra.
- Halfon mantém, ao longo da sua produção, a ideia de que a sua vida e a sua escrita formam uma única narrativa.
O escritor guatemalteco Eduardo Halfon viu o romance Tarântula distinguido com o prémio Médicis 2024, na categoria de melhor romance estrangeiro publicado em França. O galardão reconhece a obra publicada nesse país no ano anterior.
Tarântula insere-se no conceito do “romance contínuo” que caracteriza a produção de Halfon, com cada livro a funcionar como um capítulo de um grande romance da sua vida, que o autor pretende reunir no final.
A obra recorre, segundo críticos, a uma reflexão sobre identidade e História, explorando temas recorrentes na escrita do autor desde os seus primeiros trabalhos. O reconhecimento internacional reforça a posição de Halfon no panorama literário contemporâneo.
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