- 106 artistas e curadores pediram para ser retirados da lista de candidatos, incluindo o português Alexandre Estrela.
- a bienal manteve os nomes e, no final, desqualificou os votos.
- a polémica segue um mês depois da pré-inauguração marcada por protestos diários, intervenções de artistas e uma greve histórica de trabalhadores da bienal e de artistas participantes, no dia 8 de maio.
- a 61.ª edição decorre até 22 de novembro e continua envolta em polémicas.
A 61.ª Bienal de Veneza continua envolta em polémicas, um mês após a pré-inauguração marcada por protestos diários, intervenções de artistas e uma greve histórica de trabalhadores e artistas participantes no dia 8 de maio. O evento decorre até 22 de novembro.
Ao todo, 106 artistas e curadores pediram para ser retirados da lista de candidatos, incluindo o artista português Alexandre Estrela. A organização manteve os nomes na lista e, no final, desqualificou os votos.
O festival decorre em Veneza, Itália, mantendo-se o calendário até 22 de novembro, apesar das dúvidas suscitadas pelos protestos e pela greve que abalaram a preparação.
Votação dos prémios
A lista de candidatos permaneceu inalterada, segundo a organização, apesar do pedido de remoção de 106 signatários. A votação final dos prémios foi concluída com a desclassificação de parte dos votos.
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