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Curta de escola portuguesa concorre a prémio em Cannes

Curta da Escola Superior de Teatro e Cinema é selecionada para Cannes; filme de Clara Vieira explora inquietações ecológicas, marcando validação criativa e desafios da formação

Clara Vieira apresenta na secção Cinef "Onde Nascem os Pirilampos"
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  • La Cinef, a competição de curtas do Festival de Cannes, anunciou os filmes selecionados para este ano, incluindo a entrada da Escola Superior de Teatro e Cinema.
  • A primeira curta a ser exibida é “Onde Nascem os Pirilampos”, dirigida por Clara Vieira, numa obra coletiva típica de formação, com a autoria atribuída a Vieira.
  • A história acompanha jovens em campismo que ouvem sons na floresta e descobrem que não estão sós.
  • Clara Vieira descreveu a seleção como uma validação e contou que a obra nasceu de um conflito entre alegria momentânea e ansiedade sobre o estado do planeta.
  • A realizadora destacou aprendizados na escola, incluindo autonomia e gestão de equipas, e revelou objetivos futuros em montagem, documentários, ficção e atuação.

A competição La Cinef, antiga Cinéfondation, abriu hoje a programação de Cannes, exibindo os filmes selecionados para este ano. A primeira curta a passar, ao início da tarde, é da Escola Superior de Teatro e Cinema. O título é Onde Nascem os Pirilampos.

O filme acompanha um grupo de jovens em campismo que ouve sons vindos da floresta e descobre que não está só. O projeto é um trabalho coletivo típico de escola, porém com autoria atribuída a Clara Vieira, que falou ao JN.

A realizadora descreve a seleção como uma surpresa positiva e uma validação para cineastas que chegam a um festival tão prestigiado. O momento é descrito como gratificante para toda a equipa.

A origem da história

A inspiração surge da ideia de que boas notícias não chegam sozinhas, explica Clara Vieira. A narrativa reflecte a inquietação atual sobre ecologia e futuro, influenciando tanto o coletivo como o percurso individual dos jovens.

A realizadora realça ainda a autonomia dos estudantes na escola, considerada benéfica quando há boa colaboração entre os colegas. A experiência serviu-lhe para crescer ao lado de profissionais que ambiciona continuar a trabalhar.

A função técnica na escola envolve pitches semestrais e a produção dos filmes aprovados pelos docentes. Clara Vieira aponta desafios, como a frustração e a competitividade da área, e o peso das responsabilidades associadas.

Perspectivas e críticas

A cineasta comenta limitações da formação, nomeadamente a pouca integração entre o departamento de teatro e a prática com atores. Mesmo assim, destaca habilidades adquiridas em set, gestão de emoções, pré-produção e pós-produção.

Para o futuro, Clara Vieira revela interesse em montagem, realização de documentários, continuidade na escrita de ficção e colaboração com realizadores admirados. Também expressa vontade de atuar num filme.

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