- O Irão anunciou a sua retirada de uma das edições mais conturbadas da Bienal de Arte de Veneza.
- A 61.ª edição da Bienal arranca oficialmente no sábado.
- A lista oficial de países participantes chegou a cem, com a entrada da Tanzânia e das Seychelles.
- Após a demissão dos jurados e a polémica em torno da participação de Israel e da Rússia, os prémios serão atribuídos pelo público.
- A edição tem sido marcada por tensões geopolíticas, refletidas na composição das exposições e na gestão dos prémios.
O Irão anunciou na segunda-feira que não irá participar na 61.ª edição da Bienal de Arte de Veneza, uma das mais conturbadas da sua história. A mostra abre oficialmente ao público no sábado, em Veneza, Itália.
A lista oficial de países participantes passa a contar com cem nações, com a entrada de Tanzânia e Seychelles. O evento mantém prémios atribuídos pelo público, após a demissão dos jurados numa controvérsia ligada à participação de Israel e da Rússia.
Contorno político envolve a edição
A polémica tem raízes em semanas de debates sobre a participação de Israel e da Rússia no evento. A demissão dos jurados refletiu a pressão de diferentes setores e influenciou a organização a alterar o formato de votação pública.
O certame continua com o foco em arte contemporânea, apesar das atenções geopolíticas. A edição, considerada uma das mais controversas da história, segue com programação prevista para este fim de semana.
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