- Gerry Conway morreu na segunda-feira, aos 73 anos, anúncio feito pela Marvel Comics.
- Nascido a 10 de setembro de 1952, em Brooklyn, Nova Iorque, iniciou a carreira com uma história de terror aos 17 anos na revista House of Secrets (DC Comics).
- Ganhou destaque na Marvel Comics e na DC Comics, co-criando o Justiceiro (Punisher) em 1974 e contribuindo para várias séries, incluindo a introdução de Conde Drácula na cronologia da editora.
- Famoso pela história “O dia em que Gwen Stacy morreu” em The Amazing Spider-Man, um marco pela forma como integrou drama, ritmo e emoção.
- A outras obras destacou-se na DC Comics com Superman, Batman e Mulher Maravilha, teve passagem como editor-chefe na Marvel, escreveu guiões para televisão e deixou esposa e duas filhas.
Gerry Conway faleceu na segunda-feira, aos 73 anos, anunciou a Marvel Comics. O argumentista destacou-se ao longo de uma carreira marcante no universo dos quadrinhos, com impacto duradouro na cultura pop.
Nascido a 10 de setembro de 1952, em Brooklyn, Nova Iorque, Conway publicou pela primeira vez aos 17 anos, num conto de terror da DC Comics. A sua primeira história paga aparece numa edição não creditada dez meses antes, também da DC.
Entrou no universo Marvel em 1970, após contacto com Roy Thomas. Debutou com uma aventura de Ka‑Zar, seguiu para Daredevil, Homem de Ferro, Hulk, Inumanos e Viúva Negra, e introduziu o Conde Drácula na cronologia da editora.
Ainda jovem, criou para The Amazing Spider-Man a narrativa que o tornaria famoso: a morte de Gwen Stacy. A história seria publicada no fim da década de 1970, marcada pela drasticidade narrativa da era.
Conway passou para a DC em 1976, com passagens por Hércules, Kong e o Monstro do Pântano, incluindo um encontro entre Superman e o Homem-Aranha. Voltou à Marvel em 1986 e iniciou atividade na televisão.
Ao longo de uma carreira diversificada, co-criou o Justiceiro em 1974, com Ross Andru e John Romita, e escreveu tiras da transição de Star Trek para jornais em 1983. Ainda escreveu ficção científica e terror.
Casado, Conway deixa duas filhas. O legado do autor inclui obras que moldaram o género de super-heróis, influenciando gerações de leitores e criadores.
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