- A Adega Vila Santa, junto a Estremoz, lançou novos programas de enoturismo com o tema “Das vinhas ao copo” e foco na sustentabilidade.
- Marco Laranjo guia um jipe entre as vinhas, apresentando as práticas sustentáveis da João Portugal Ramos.
- Nas vinhas biológicas não se usam substâncias químicas nem inseticidas, com o controlo da vegetação garantido por 650 ovelhas do vizinho.
- O objetivo é explicar o ciclo completo do vinho e as técnicas agrícolas que mantêm o equilíbrio do ecossistema e a biodiversidade.
- O enoturismo na zona enfatiza a vitivinicultura sustentável e a enologia que reflete o terroir alentejano.
A Adega Vila Santa, junto às vinhas que descem pela encosta do castelo, recebeu a primavera com novos programas de enoturismo. Localizada às portas de Estremoz, a iniciativa valoriza a vitivinicultura sustentável e o terroir alentejano.
Marco Laranjo conduz o jipe pelas veredas de terra entre as vinhas, ilustrando as práticas aplicadas pela João Portugal Ramos. Em vinhas biológicas, não se utilizam substâncias químicas nem inseticidas, e o controlo da vegetação é feito pelas 650 ovelhas do vizinho, segundo o diretor de viticultura da operação no Alentejo.
A ideia é demonstrar o ciclo completo do vinho aos participantes, desde as técnicas agrícolas até à enologia, com foco no equilíbrio do ecossistema e na biodiversidade. O programa visa, assim, explicar o funcionamento das práticas sustentáveis na região.
Enoturismo Sustentável
Os roteiros incluem visitas guiadas, sessões de expressão do terroir e atividades que promovem a compreensão do impacto ambiental na produção de vinho. A iniciativa pretende atrair visitantes interessados em conhecer métodos que combinam produção e conservação.
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