- Três alunas de 14 anos foram esfaqueadas numa sala de aula da Escola de Referência em Ensino Fundamental Cristiano Barbosa e Silva, em Barreiros, Pernambuco, pela manhã.
- O agressor, também com 14 anos, foi detido pela Polícia Militar e recusou adiantar a razão do ataque.
- O incidente ocorreu pouco depois das 7h00; uma aluna foi atingida na testa, outra recebeu três feridas e a terceira teve ferimentos ligeiros.
- Todas foram encaminhadas pelo SAMU para o Hospital Jailson Messias de Souza; às 12h00 uma já teve alta, as outras duas permaneciam internadas, sem a gravidade divulgada, mas sem risco de vida segundo a governadora.
- A escola encerrou as atividades para todos os turnos e os alunos receberam apoio psicológico; imagens do ataque circularam online.
Três alunas, todas com 14 anos, foram esfaqueadas numa sala de aula da Escola de Referência em Ensino Fundamental Cristiano Barbosa e Silva, em Barreiros, Pernambuco. O ataque ocorreu pouco depois das 7h locais, minutos antes do início das aulas. O agressor, também colega de 14 anos, entrou na escola com uma faca escondida e, ao chegar à sala, colocou um capuz e atacou as estudantes.
Uma das vítimas recebeu uma facada na testa, outra levou três feridas diferentes pelo corpo, e a terceira teve ferimentos leves. Todas foram encaminhadas de urgência para o Hospital Jailson Messias de Souza, na mesma cidade, por ambulâncias do SAMU. Não há detalhes imediatos sobre a evolução clínica das feridas.
Às 12h, uma das alunas já tinha alta clínica, enquanto as outras duas permaneciam internadas. O hospital não divulgou o estado de saúde detalhado, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lira, confirmou via redes sociais que as jovens não estavam em risco de vida.
Estado de saúde das alunas
A escola encerrou as atividades para todos os turnos nesta segunda-feira, em função do incidente e do clima de comoção entre alunos e funcionários. Imagens divulgadas mostram o pânico vivido na instituição, com suporte psicológico disponível para estudantes.
Medidas na escola
A Polícia Militar deteve o agressor ainda nas imediações da escola, mas ele recusou esclarecer a motivação do ataque. A unidade permanece sob avaliação das autoridades competentes para entender o caso e medidas adicionais de segurança.
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