- A Capitania do Porto de Caminha interditou a circulação na praia e no paredão de Moledo devido a nova derrocada causada pelo mar, por questões de segurança.
- A zona interditada inclui a parte norte do paredão, o areal entre o bar Mergulho e a duna primária, com sinalização a indicar a proibição de peões e veículos.
- A violação da interdição pode implicar coimas entre 30 e 100 euros, podendo chegar a 300 euros para pessoas coletivas.
- O Capitão do Porto de Caminha descreve a área como zona de risco, uma vez que o alicerce foi abalado e a estrutura continua a ceder.
- A Câmara de Caminha pede à população para não se aproximar do local e já está a coordenar com entidades locais e nacionais para uma intervenção estrutural urgente.
A Capitania do Porto de Caminha interditou a circulação na praia e no paredão de Moledo devido a uma nova derrocada do paredão provocada pelo mar. A medida abrange toda a zona sombreada a vermelho, no norte do paredão, estacionamento e areal entre o bar Mergulho e a duna primária, até que haja garantia de segurança. O aviso indica que a violação pode implicar coimas entre 30 e 300 euros.
A interdição foi publicada num edital que descreve a permanência e circulação de pessoas como estritamente proibidas na área afetada. Placas de sinalização foram instaladas para informar o encerramento do acesso à água balnear nessa região.
Aos cidadãos, o Capitão do Porto de Caminha explicou que o local é considerado risco extremo, pois o alicerce do paredão sofreu novo abatimento. O reforço existente há meses anteriores já não sustenta a estrutura, com a areia removida pelo mar a comprometer as fundações.
A Câmara de Caminha apelou à população para não se aproximar do local, sublinhando o perigo de derrocada e o risco para a integridade física. A autarquia está em articulação com a Junta de Moledo e Cristelo e em contacto com a Agência Portuguesa do Ambiente para acompanhar a situação e providenciar intervenção estrutural urgente.
Medidas de Segurança
O edital especifica que qualquer violação será punida com coima entre 30 e 100 euros, com o teto de 300 euros para pessoas coletivas, até que se restabeleça a segurança para a circulação.
Contexto e Perspetivas
A intervenção pretende evitar acidentes graves até que uma solução estrutural seja implementada, acompanhada pela Autoridade Marítima e entidades locais. Não há indicação de data para o restabelecimento do acesso, dependente da avaliação técnica.
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