- Um homem foi considerado culpado do homicídio da mulher Dawn Rhodes em Surrey, Reino Unido, oito anos após ter sido absolvido em 2017, pelo crime ocorrido a 2 de junho de 2016.
- A condenação ocorreu após o depoimento do filho do casal, na altura com 10 anos, que confessou ter sido coagido pelo pai a ajudar no plano; o terapeuta denunciou o caso à polícia.
- Rhodes, de 52 anos, terá pedido ao filho que o esfaquecasse nas costas e no ombro, antes de cortar o próprio braço da criança, para tentar provar a legítima defesa, o que ele nega ter planeado.
- Além do homicídio, foi condenado por crueldade infantil, obstrução à justiça e por duas acusações de perjúrio; a leitura da pena está prevista para 2025.
- A juíza Naomi Ellenbogen descreveu o caso como difícil e perturbador.
Um homem foi, oito anos após a absolvição, considerado culpado de homicídio no caso que envolveu a mulher Dawn em Surrey, Reino Unido. A condenação de Robert Rhodes resulta de novos elementos revelados pela investigação que surgiu após o depoimento do filho do casal.
Segundo a BBC, o filho, na altura com 10 anos, confessou durante uma sessão terapêutica que o pai o coagiu a ajudar no plano para matar a mãe. O terapeuta denunciou o caso à polícia, desencadeando a reabertura do caso.
Rhodes, de 52 anos, tinha alegado legítima defesa na altura do crime, ocorrido a 2 de junho de 2016, na cozinha da residência familiar. A nova decisão inclui culpabilidade por crueldade infantil, obstrução à justiça e duas acusações de perjúrio.
Condenação e perspetivas de pena
O tribunal deverá dizer a sentença em 2025. A juíza Naomi Ellenbogen descreveu o caso como difícil e perturbador, sublinhando a gravidade das revelações sobre o envolvimento do filho nas ações do pai.
Além disso, Rhodes enfrenta outras acusações associadas ao homicídio. A decisão reabre a análise de circunstâncias que anteriormente levaram à absolvição, com impacto sobre o histórico judicial do suspeito.
Contexto adicional
O depoimento do filho, aliado à denúncia do terapeuta, foi determinante para a reabertura do processo. A investigação considerou que o homem pediu ao filho para esfaquear a mãe nas costas, e depois infligiu ferimentos ao próprio braço da criança para simular legítima defesa.
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