- A exposição Complexo Brasil inaugura na sexta-feira, 14 de novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
- A entrada apresenta uma flor descrita na divulgação, com imagens que partem de um centro negro.
- A flor estilhaça imagens que saem do centro negro, criando formas pontiagudas.
- As formas são coloridas, enigmáticas e, segundo a divulgação, também perturbadoras.
- O conjunto artítico é destacado pela entrada e pela apresentação visual associada à exposição.
A exposição Complexo Brasil abre as portas nesta sexta-feira, 14 de novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A cerimónia de inauguração está prevista para decorrer no espaço cultural da cidade, com a entrada marcada por uma peça visual que convida à contemplação.
A instalação de entrada apresenta uma flor que estilhaça imagens a partir de um centro negro. A projeção cria formas pontiagudas, coloridas e enigmáticas, com um efeito visual que pode parecer perturbador para alguns observadores, conforme a divulgação oficial da mostra.
A exposição, que reúne obras contemporâneas brasileiras, pretende explorar tensões entre imagem, cor e espaço. O objetivo é oferecer ao público uma experiência imersiva que permita várias leituras, sem perder o foco na produção artística atual de artistas brasileiros. A organização não indicou informações adicionais sobre horários ou bilhetes nesta nota, mantendo o foco no conjunto da mostra.
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