- O Governo quer transferir a responsabilidade do metrobus para as autarquias, afirmando que não quer ser dono do sistema.
- Ana Abrunhosa informou que essa mudança deverá ocorrer “daqui a uns anos”.
- O metrobus já funciona nos concelhos de Miranda do Corvo, Lousã e Coimbra, estando ainda por terminar a ligação até a estação ferroviária de Coimbra‑B e aos Hospitais da Universidade de Coimbra.
- A presidente da Câmara defende a criação de uma única autoridade de transportes na Região de Coimbra, em vez das três atuais: município de Coimbra, Governo e Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.
- Foi aprovada a ratificação do contrato de subconcessão da Estação Nova de Coimbra, com a passagem da gestão para o Município por cinquenta anos, mediante pagamento anual ao Estado de cerca de oitenta e cinco mil euros, totalizando cerca de quatro milhões de euros ao fim do período.
O Governo pretende Transferir a gestão do metrobus para as autarquias, numa opção que, segundo Ana Abrunhosa, deverá ocorrer daqui a alguns anos. A responsável socialista falou antes da ordem de trabalhos da reunião do executivo.
O metrobus já funciona em Miranda do Corvo, Lousã e Coimbra. Falta progressar a ligação até à estação ferroviária de Coimbra-B e aos Hospitais da Universitária de Coimbra, num processo que envolve o Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).
Reorganização da mobilidade em Coimbra
Durante a sessão, a presidente de Câmara reiterou o objetivo de ter uma única autoridade de transportes na região, em vez de três entidades distintas: o município de Coimbra, o Governo (CP e SMM) e a CIM RC.
Estação Nova de Coimbra
Foi aprovada a ratificação do contrato de subconcessão da Estação Nova, que passa a ser da competência do Município por 50 anos. O acordo prevê um pagamento anual de cerca de 85 mil euros ao Estado, totalizando cerca de quatro milhões de euros ao fim do período.
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