- O texto aborda a consciência, o sentido da vida e o vinho como temas de reflexão.
- O autor relembra a entrevista com o neurocientista António Damásio, realizada ao final de um simpósio sobre o “Eu”.
- O evento ocorreu no Porto e foi organizado pela farmacêutica Bial.
- Passaram quase três décadas desde essa ocasião, marcada pela lembrança da própria impotência diante da complexidade do tema.
- O autor afirma que é pior não saber o que perguntar do que fazer perguntas ridículas.
Durante um simpósio sobre o “Eu” organizado pela farmacêutica Bial no Porto, o neurocientista António Damásio foi alvo de entrevista. O encontro ocorreu há quase três décadas.
A entrevista fez parte de um debate sobre consciência, sentido da vida e as emoções humanas. O texto original assinala a mesa partilhada como uma fonte de grande felicidade, mesmo com pouca comida ou bebida.
O relato descreve a sensação de impotência do entrevistador diante da complexidade do tema e da dificuldade em formular perguntas relevantes. A recolha de ideias mantém o foco em eventuais falhas na conversa, não em conclusões.
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