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Fim da pena de morte coloca Portugal na vanguarda dos direitos humanos

Abolição da pena de morte em mil oitocentos sessenta e sete coloca Portugal na vanguarda dos direitos humanos, impulsionada por Barjona de Freitas com apoio de Aguiar e D. Luís

Justiça Augusto César Barjona de Freitas, o principal impulsionador da abolição da pena de morte em Portugal
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  • A pena de morte foi abolida para crimes civis com a reforma penal publicada a 1 de julho de 1867.
  • O principal impulsionador foi o ministro da Justiça, Augusto César Barjona de Freitas.
  • Contou com o apoio do presidente do Conselho de Ministros, Joaquim António de Aguiar.
  • O diploma foi assinado pelo rei D. Luís.
  • Portugal ficou entre os pioneiros dos direitos humanos.

Portugal deu um passo decisivo em matéria de direitos humanos ao abolir a pena de morte para crimes civis. A reforma prisional e penal foi publicada a 1 de julho de 1867, marcando uma mudança histórica no país.

O diploma foi assinado pelo rei D. Luís e entrou em vigor como parte de uma visão reformista do regime. A decisão enquadrou-se num esforço mais amplo de modernização das instituições penais em Portugal.

O principal impulsionador da lei foi o ministro da Justiça, Barjona de Freitas, com peso decisivo de Augusto César Barjona de Freitas (1834-1900). O apoio veio ainda do presidente do Conselho de Ministros, Joaquim António de Aguiar.

Quem impulsionou a reforma

A iniciativa contou com o aval do rei D. Luís, que assinou o diploma, consolidando Portugal como pioneiro na proteção de direitos humanos na Europa da época. A medida estendeu-se apenas aos crimes civis.

O anúncio histórico é visto como marco na evolução do direito penal português, refletindo mudanças de política pública e de visão institucional sobre a pena de morte. A norma consolidou-se como referência histórica.

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