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Nova vaga de óculos inteligentes avança no mercado

Chips da Qualcomm para óculos de realidade virtual e aumentada aceleram a transição para a era pós-smartphone, impulsionando o crescimento da indústria

Os óculos Specs da Snap anunciam capacidades de IA, incluindo informações contextuais sobre objetos que o utilizador esteja a ver
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  • A Qualcomm lançou chips específicos para óculos de realidade virtual e aumentada, sinalizando uma possível era “pós-smartphone”.
  • O texto sustenta que o smartphone domina há mais de uma década, mas atingiu um planalto de inovação.
  • A indústria procura um novo formato para voltar a crescer, com foco em dispositivos vestíveis como os óculos inteligentes.
  • Os óculos Specs da Snap são usados como exemplo de dispositivos que combinam IA e informações contextuais sobre o que o utilizador vê.
  • A inclusão de hardware dedicado para AR/VR sugere uma mudança de paradigma no consumo de tecnologia.

A Qualcomm lançou chips dedicados a óculos de realidade virtual e aumentada, uma novidade que aponta para uma possível era “pós-smartphone”. O objetivo é facilitar o funcionamento e a performance de dispositivos vestíveis.

O lançamento surge num contexto de estagnação do mercado de smartphones, onde melhorias incrementais não geram grandes mudanças de comportamento. As fabricantes procuram um novo formato que impulsione o crescimento.

Quem lidera a iniciativa são as próprias linhas de chips da Qualcomm, focadas em AR/VR, com atenção especial à eficiência energética e à integração com sensores e câmaras dos óculos.

Os analistas explicam que a mudança de formato pode exigir novos modelos de negócios e aplicações, desde enterprise até consumo, para manter a inovação sustentável no setor.

Avanço da Snap com óculos Specs

Os óculos Specs da Snap aparecem como exemplo de IA integrada, com capacidades que fornecem informações contextuais sobre objetos visualizados pelo utilizador.

Este movimento reforça a visão de que a tecnologia vestível pode complementar, ou até substituir, parte das funções atuais do smartphone, abrindo caminho para novas dinâmicas de uso.

A indústria já mira próximos lançamentos, com fabricantes a explorar plataformas mais abertas para desenvolvedores, visando ecossistemas mais ricos e interconectados.

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