Miguel Pinto Luz afirmou, em Lisboa, que Portugal tem apenas 30% da sua infraestrutura em 5G, colocando a exigência de conclusão do deployment completo aos operadores de telecomunicações. O anúncio ocorreu no encerramento da apresentação do Centro de Excelência para a Inovação da Mastercard.
O ministro das Infra-estruturas e da Habitação explicou que o 5G SA, em modo standalone, exige redes fechadas para uso industrial, saúde e pagamentos. A conclusão total da implantação é vista como essencial para projects de alto impacto.
Aposta na previsibilidade e ambiente de investimento
Pinto Luz destacou a importância da previsibilidade para investidores, citando a Mastercard como exemplo de parceiro estratégico. Realçou o papel de Portugal na mobilidade, cidades inteligentes e na inovação nas interações com a Administração Pública.
Medidas legislativas e áreas de foco
O ministro referiu alterações legais em áreas como drones, espaço aéreo para drones, e sandboxes de inteligência artificial. Anunciou ainda o empenho na gigafactory europeia, em parceria com Espanha, como parte de uma estratégia de atração de investimento.
Infraestrutura crítica para inovação
Foi enfatizado o investimento em cabos submarinos e em data centers, com mais de 30 projetos-piloto em pipeline. O objetivo é criar condições para que operadores e empresas testem novas tecnologias e adotem rapidamente soluções inovadoras.
Equilíbrio entre centro e economia nacional
Pinto Luz afirmou que não se pode transformar Portugal numa concentração de data centers sem benefícios para o tecido económico e científico. Exigiu que o investimento contribuía para a ciência e para empresas portuguesas, fortalecendo o ecossistema local.
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