O continente português vai manter níveis elevados de concentração de pólen na atmosfera entre 3 e 9 de abril, segundo o Boletim Polínico da SPAIC. O risco é elevado para árvores como cipreste, plátano, pinheiro, bétula, carvalho, sobreiro e azinheira, bem como para ervas gramíneas, urtiga e urticáceas, incluindo a parietária.
Em Vila Real, Porto e Coimbra a concentração de pólen está prevista como elevada para as plantas mencionadas. Em Castelo Branco, Lisboa e Setúbal, Évora e Faro mantêm o mesmo padrão, com predomínio de cipreste, plátano, pinheiro, carvalho, sobreiro e azinheira, além das gramíneas e urticáceas.
A Madeira e os Açores deverão registar níveis baixos de pólen na atmosfera, com predomínio de cipreste, pinheiro, plátano e ervas gramíneas, incluindo a parietária, mas em menor intensidade que no continente. Outros pólenes, quando presentes, descrevem-se como menos relevantes para estas regiões.
Regiões continentais com risco elevado
Vila Real, Porto e Coimbra apresentam previsões de concentração elevada de pólen, principalmente de cipreste, plátano, pinheiro, carvalho, sobreiro, azinheira e das ervas gramíneas. Urtiga e urticáceas também se mantêm em foco no período.
Castelo Branco, Lisboa e Setúbal, Évora e Faro mantêm risco elevado para os mesmos vegetais, com predomínio adicional de azeda, tanchagem e outras urticáceas. A parietária também surge entre as espécies destacadas.
Regiões autónomas com baixo risco
A Madeira apresenta previsão de baixo índice de pólen, com predomínio de cipreste, pinheiro e ervas gramíneas. Já os Açores também devem registrar valores baixos, focados em plátano, cipreste e criptoméria, além de urtiga e urticáceas.
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