No Taguspark, em Oeiras, foi detetada a presença de legionella numa torre de refrigeração do edifício que acolhe a AIMA e a Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária (ANSR). A avaliação decorre após a deteção do microrganismo no دور processo de controlo regular de rotina.
Trabalhadores da ANSR, que também ocupa o centro de dados da Rede Nacional de Segurança Interna, foram encaminhados para teletrabalho enquanto decorrem as análises. O edifício continua em funcionamento, sem evacuações decretadas até ao momento.
O Ministério da Administração Interna confirmou o resultado positivo na torre de refrigeração n.º 4 do datacenter do Taguspark, no dia 30 de março, e disse estar a acompanhar a situação com avaliações técnicas da distribuição da infraestrutura de refrigeração para identificar áreas potencialmente afetadas.
A Direção-Geral da Saúde foi alertada para o caso e está a realizar uma inspeção no local com peritos. O objetivo é concluir o relatório e definir medidas recomendadas de mitigação. O Ministério assegura que, até agora, não existem informações sobre vítimas.
O episódio envolve ainda o funcionamento do complexo empresarial, cuja gestão recai sobre as entidades que ocupam o edifício. Não há informação sobre ações de evacuação ou uso obrigatório de EPIs, segundo as autoridades.
A legionella é uma bactéria que pode causar pneumonia grave se não tratada. O contágio ocorre pela inalação de gotículas de água contaminada, frequentemente associadas a torres de refrigeração, como no caso em análise.
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