A Anthropic está a ampliar o acesso ao Mythos, o seu modelo de cibersegurança, envolvendo cerca de 150 novos parceiros. O programa passa a abranger mais de 15 países em setores como energia, água, saúde, comunicações e hardware.
A empresa afirma que um ataque bem-sucedido ao código-fonte de qualquer parceiro pode ter impacto catastrófico, com mais de 100 milhões de pessoas potencialmente afetadas. O Mythos já detetou milhares de vulnerabilidades de elevada gravidade desde o seu lançamento.
Inicialmente limitado a 50 parceiros, o projeto foi ampliado após a primeira fase do Project Glasswing, com mais de 10 000 falhas de segurança graves identificadas. A Comissão Europeia é apontada como potencial cliente, segundo meios norte‑americanos, ainda não verificado de forma independente.
Expansão, clientes e contexto
O Mythos foi apresentado em abril pela Anthropic como uma ferramenta de cibersegurança capaz de detectar vulnerabilidades em sistemas operativos e navegadores web. A empresa sustenta que mais organizações poderão ter modelos similares no próximo ano, com menor contenção de usos abusivos.
A expansão ocorre num contexto de financiamento recente para a Anthropic, que também avançou com um pedido confidencial de admissão em bolsa. A empresa recebeu 65 mil milhões de dólares de financiamento e está avaliada em quase 1 bilião de dólares.
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