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Meta regista teclas e cliques de funcionários para treinar IA

Meta regista teclas, cliques e capturas de ecrã de funcionários para treinar IA, suscitando dúvidas sobre o equilíbrio entre produtividade e monitorização

Meta estará a usar software de monitorização laboral para recolher dados dos trabalhadores e treinar os seus sistemas de inteligência artificial
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  • A Meta vai registar movimentos do rato, cliques e toques no teclado dos trabalhadores para treinar sistemas de IA, através do software Model Capability Initiative (MCI).
  • O sistema funciona numa lista de sites e aplicações de trabalho, transformando o comportamento diário dos funcionários em dados de treino para os modelos da Meta.
  • Entre os sites incluídos na lista encontram-se Google, LinkedIn, Wikipédia, Slack e GitHub, entre outros, abrangendo várias centenas de sites.
  • Os funcionários nos Estados Unidos não têm possibilidade de recusar a instalação do software, segundo relatos, mas a Meta afirma que os dados não serão usados para avaliações de desempenho nem para fins que não o treino de IA.
  • A medida suscitou debates sobre até que ponto a atividade no local de trabalho pode ser utilizada para melhorar IA, levantando questões sobre privacidade e monitorização.

Meta regista teclas e cliques dos trabalhadores para treinar IA

A Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, vai usar software de monitorização laboral para recolher dados de funcionários e treinar sistemas de IA. O objetivo é obter exemplos reais de utilização de computadores no trabalho.

O sistema, chamado Model Capability Initiative (MCI), regista movimentos do rato, cliques e toques no teclado. Em alguns casos, poderá capturar imagens do que aparece nos monitores.

Nos Estados Unidos, o software é instalado nos computadores de funcionários, que não podem recusar. A empresa assegura que os dados não servem para avaliações de desempenho nem para outros fins que não o treino de IA.

Segundo a Reuters, o MCI funciona em uma lista de sites e aplicações de trabalho. Entre os sites listados pela CNBC estão Google, LinkedIn, Wikipédia, Slack e GitHub.

A Meta contactou o TechCrunch para justificar a necessidade de exemplos reais de uso de computadores. A companhia afirma que os dados recolhidos ajudam a melhorar os seus modelos de IA.

  • Exclusões e dúvidas

Embora a Meta tenha garantido que os dados não entram em avaliações de desempenho, a prática levanta questões sobre privacidade no local de trabalho. A monitorização de atividades diárias torna-se parte do desenvolvimento de IA.

Sites monitorizados

  • A lista de sites e aplicações onde o MCI atua é extensa, abrangendo ferramentas corporativas comuns.
  • A presença de plataformas de terceiros evidencia a amplitude da recolha de dados em ambientes de trabalho.

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