- A Vodafone prevê que a reposição temporária do serviço fixo permaneça até ao final de abril, e a rede móvel está reposta na generalidade dos concelhos afetados pela depressão Kristin.
- Em alguns locais foram instaladas torres de substituição e cabos de fibra óptica ligados por satélite, o que pode causar uma cobertura diferente.
- A reparação do serviço fixo enfrenta grandes desafios devido à destruição de postes e à necessidade de substituir trechos de rede, aumentando o risco de novos cortes.
- No que diz respeito à faturação, as operadoras creditarão automaticamente os períodos de indisponibilidade superiores a 24 horas, refletindo-se na fatura seguinte.
- A NOS indica que a rede móvel já está reposta e a rede fixa está cerca de 97,5% recuperada, com compensação automática aos clientes; a Meo prevê a reposição completa do serviço até 30 de abril, também com créditos automáticos aos clientes afetados.
A Vodafone prevê que a reposição temporária no serviço fixo se prolongue até ao final de abril. A operadora indica que a rede móvel está, na generalidade, reposta nos concelhos afetados pela depressão Kristin, segundo confirmação à Lusa.
Ainda segundo a Vodafone, algumas reparações permanecem provisórias. Foram instaladas torres de substituição e cabos de fibra ótica substituídos por ligações via satélite em pontos críticos. As torres temporárias poderão ter características diferentes das originais, o que pode afetar a cobertura.
No serviço fixo, a destruição da rede aérea agrava as dificuldades. Cabos, juntas e postes foram degradados, levando a uma reposição temporária que se estende até ao final de abril. A empresa alerta para o risco de novos cortes por terceiros, com impacto na estabilidade.
Estado atual das redes
A NOS informou que os serviços de rede móvel já estão repostos e que cerca de 97,5% do serviço fixo já está recuperado. A operadora antecipa normalização para as próximas semanas, com compensação automática aos clientes pelos dias de indisponibilidade.
A NOS acrescenta que a compensação é creditada na fatura seguinte ao restabelecimento do serviço, sem que seja necessária qualquer ação por parte do cliente. Não houve interrupções por falta de pagamento para os concelhos afetados.
A Meo disse que a rede móvel está reposta, mas a recuperação da rede fixa é mais complexa. Em várias áreas, não basta reparar falhas pontuais; há necessidade de reconstrução de trechos. A disponibilidade fixo nesta terça-feira situava-se em 95,9%.
A Meo prevê reposição completa do serviço até 30 de abril, com possível variação conforme as condições no terreno. Enquanto isso, podem ser usadas soluções transitórias para garantir o serviço.
A Vodafone, a NOS e a Meo confirmaram ainda a creditação automática de períodos de indisponibilidade aos clientes, de acordo com a legislação aplicável, refletida na fatura seguinte.
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