Jensen Huang, CEO da Nvidia, voltou a lançar previsões sobre a inteligência artificial geral (AGI) num podcast recente. A incerteza decorre de como se mede o sucesso das máquinas, afirma Huang. A data é relativa e depende dos critérios usados.
Se a métrica for passar em exames humanos complexos, Huang estima alcançar-se em meia década. Contudo, se a AGI exigir compreensão profunda do mundo ou consciência semelhante à humana, o caminho é mais incerto e possivelmente mais longo.
A Nvidia tem sido protagonista da corrida tecnológica, impulsionada pela procura de chips que alimentam centros de dados de gigantes como Microsoft e Google. O valor de mercado da empresa atingiu patamares históricos, superando os cinco biliões de dólares no passado, com referência atual em torno de 3,7 biliões de euros.
Apesar do otimismo técnico, Huang adverte para a dimensão biológica do problema. O raciocínio lógico e a resolução de problemas progridem rapidamente, mas replicar plenamente a mente humana envolve desafios que vão além do hardware.
Contexto e impacto
A empresa beneficia diretamente do interesse pela IA, com os seus chips a sustentar a infraestrutura de serviços em nuvem. A evolução da IA continua a influenciar investidores e decisões estratégicas de várias componentes da indústria tecnológica mundial.
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