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Último exercício do exame de Matemática A desafiou alunos

Exame de Matemática A do 12.º ano em Matosinhos é considerado acessível, com a última questão sobre probabilidades a apresentar maior dificuldade

Exame de Matemática na escola Gonçalves Zarco, em Matosinhos
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  • O exame nacional de Matemática A do 12.º ano realizou‑se em Matosinhos, com vários alunos a saírem ao meio‑dia e a dizer que a prova foi acessível, apesar de dificuldades na última questão e em probabilidades.
  • Beatriz Silva, 17 anos, foi das poucas a sair no toque e afirmou ao Público que a prova correu bem e foi mais fácil do que esperava; pretende ingressar na academia militar.
  • A última pergunta, com incógnitas em vez de números, foi apontada como a mais difícil por vários alunos, incluindo Salvador Canastra e Henrique Costa.
  • A prova teve duração de duas horas e meia, mais trinta minutos de tolerância; incluía seis itens de escolha múltipla, com apenas três a contar para a nota final.
  • Os estudantes destacaram que o formato papel é preferível para este tipo de prova e consideraram que o formato digital seria menos adequado; a segunda fase está marcada para 20 de julho.

O exame nacional de Matemática A do 12.º ano decorreu esta terça-feira entre as 9h30 e as 12h30, com alunos de Matosinhos a escolherem assimilar a prova. A maioria considerou o teste acessível, embora tenha sido mais desafiante na última questão e em probabilidades. O triângulo de Pascal e o Teorema de Bolzano-Cauchy foram mencionados como temas relevantes.

Na Escola João Gonçalves Zarco, em Matosinhos, Beatriz Silva terminou o exame ao meio-dia, sem usar a tolerância de 30 minutos. A aluna de 17 anos, de curso profissional de desporto, disse ao Publico que a prova correu bem e que foi mais fácil do que esperava. Beatriz estudou com antecedência de um mês e meio para o fim do ciclo.

Salvador Canastra, 18 anos, está prestes a terminar o ensino secundário em Ciências Socioeconómicas e pretende seguir Contabilidade no ISCAP. Para ele, o exame foi acessível, com exceção de algumas perguntas mais difíceis, em especial a última, que exigiu interpretação de um enunciado sem números.

Henrique Costa, 18 anos, também avaliou o exame como não muito complicado, comparado a anos anteriores, salvo o último exercício com várias incógnitas. O aluno admite que a prova poderia ter corrido melhor, ainda que tivesse abrangido toda a matéria possível.

Ana Marques, 17, estudou CT e saiu contente, destacando que o tempo foi suficiente para responder a todas as perguntas, apesar de ter ficado com algumas opções por resolver. A jovem considera que o resultado pode influenciar a entrada em bioengenharia, dependendo da nota.

Luana Silva, 18, e Ana Gate, 19, também destacaram que algumas opções ficaram por responder. Luana planeia Geologia na Univ. do Porto, e Ana quer Medicina Veterinária, admitindo que o estudo para Matemática acabou por ficar para o final devido a outros exames.

Em resumo, o grupo de estudantes percebeu o exame como “mais ou menos” exigente, com foco em probabilidades, limites, sucessões, trigonometria e cálculo de áreas. Muitos destacaram que o formato em papel facilita a organização do raciocínio.

O exame teve seis itens de escolha múltipla, dos quais apenas três contam para a nota final, e contou com duas horas e meia de duração, mais 30 minutos adicionais. Em Matosinhos, os alunos valorizaram manter o papel como formato preferido para futuras provas de Matemática.

A segunda fase dos exames nacionais está marcada para 20 de julho, no mesmo horário. O objetivo é assegurar que os alunos possam apresentar as suas candidaturas com base nos resultados obtidos neste processo.

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