- A provedora nacional do animal, Laurentina Pedroso, defende criar uma rede nacional de apoio para garantir resgate, encaminhamento e tratamento de animais em emergências como incêndios e tempestades.
- A rede visa melhorar a articulação e formação da 1.ª linha de combate, especialmente entre os profissionais da proteção civil, bombeiros e guarda nacional republicana.
- Pedroso destacou a importância de profissionais treinados para intervir junto dos animais e das pessoas, sublinhando que o treino assegura a segurança de todos.
- No encontro internacional One Health, especialistas norte-americanos, Michael Ziccardi e Ashley Patterson, reiteraram a necessidade de planos e equipas preparadas para situações de desastre e de formação para triagem.
- A responsável afirma que não é difícil criar a rede, desde que haja vontade política; o desafio é agora definir um modelo nacional que garanta apoio imediato aos animais afetados por eventos extremos.
A provedora nacional do animal propõe a criação de uma rede nacional de apoio para animais em emergência. A ideia abrange resgate, encaminhamento e tratamento em situações de catástrofe, como cheias, incêndios ou tempestades, com foco na proteção civil, bombeiros e GNR. A medida visa melhorar a articulação entre equipas e a formação da primeira linha de resposta.
Segundo a provedora, o treino especializado é crucial para agir junto dos animais e das pessoas afetadas, assegurando a segurança de todos e o bem-estar dos animais. Desde 2021, tem promovido a sensibilização para capacitar equipas que operam no terreno em emergências.
Encontro internacional One Health
Especialistas norte-americanos, convidados para o encontro internacional One Health, participaram na discussão sobre triagem em catástrofes. Forneceram formação a veterinários municipais, preparando-os para reagir a situações de desastre sem agir fora do âmbito da medicina veterinária.
Michael Ziccardi e Ashely Patterson destacaram a importância de planos e equipas bem treinadas para atender emergências. O objetivo é ensinar a coordenação e atuação integrada num contexto de resposta rápida a eventos extremos, não o ensino clínico direto.
Viabilidade e próximos passos
A responsável sustenta que não é difícil formar a rede, desde que haja vontade política. O conhecimento técnico já existe; o desafio é estruturar um modelo nacional que garanta apoio imediato aos animais afetados por eventos extremos. O foco está na eficiência e na colaboração entre entidades.
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