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Fins de semana no Centro Histórico de Bragança serão apenas para peões no verão

Centro Histórico de Bragança passa a ser pedonal aos fins de semana no verão, entre as 20h e 24h, para reduzir tráfego e dinamizar o comércio

Praça da Sé é uma das zonas abrangidas
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  • Entre 3 de julho e 30 de agosto, o Centro Histórico de Bragança ficará pedonal aos fins de semana, das 20h às 24h.
  • A medida visa reduzir a pressão automóvel em zonas turísticas e sociais da cidade e criar um ambiente mais seguro para as pessoas a pé, segundo a autarquia liderada por Isabel Ferreira.
  • O objetivo passa pela dinamização económica e turística do centro urbano, permitindo circular a pé, permanecer nas ruas e praças, usufruir das esplanadas e apoiar o comércio local.
  • As áreas abrangidas incluem a Praça da Sé, Rua Almirante Reis, Rua da República, Rua Abílio Beça (entre a Rua Marquês de Pombal e a Praça da Sé) e Rua Combatentes da Grande Guerra (entre a Praça da Sé e o entroncamento com a Rua Oróbio de Castro), acrescidas da zona pedonal existente.
  • O projeto piloto foi definido em parceria com agentes económicos do Centro Histórico e será acompanhado com decoração, mobiliário urbano, zonas de estar e apontamentos verdes.

O Município de Bragança anunciou que as noites de fim de semana no Centro Histórico vão funcionar apenas para peões durante o verão. A medida, proposta pela autarquia liderada por Isabel Ferreira, está prevista entre 3 de julho e 30 de agosto, das 20h às 24h. O objetivo é reduzir a pressão automóvel em zonas turísticas e sociais da cidade, criando um ambiente mais seguro para quem circula a pé.

A iniciativa integra a estratégia de Dinamização Económica e Turística do Centro Urbano de Bragança, com foco em melhorar as condições para caminhar, permanecer nas ruas e praças, usufruir das esplanadas e apoiar o comércio local. O programa visa ampliar o espaço pedonal e prolongar zonas de estar, promovendo animação cultural.

Abrangência e implementação

As zonas abrangidas incluem a Praça da Sé, a Rua Almirante Reis, a Rua da República, a Rua Abílio Beça (entre o cruzamento com a Rua Marquês de Pombal e a Praça da Sé) e a Rua Combatentes da Grande Guerra (até o entroncamento com a Rua Oróbio de Castro), acrescidas da zona pedonal existente.

O projeto-piloto foi estruturado em articulação com agentes económicos do Centro Histórico, tendo em conta as necessidades de estabelecimentos, moradores e utilizadores diários da área. A autarquia prevê ainda a instalação de elementos de decoração, mobiliário urbano e zonas de estar.

Desenvolvimento e acompanhamento

O município sublinha que o objetivo é que o Centro Histórico passe a ser um espaço de convívio e consumo, não apenas de passagem. O programa será acompanhado com ações de melhoria de condições para a circulação a pé e para a visita ao comércio local durante o período de operação.

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