- São 16 casais que vão casar hoje nos Casamentos de Santo António, em Lisboa, com cinco cerimónias civis no Salão Nobre dos Paços do Concelho e onze cerimónias religiosas na Sé.
- As noivas e noivos cuidaram da imagem para o grande dia, com especial atenção ao corte de cabelo dos noivos e ao penteado das noivas.
- O tempo médio de preparação das noivas é de entre duas e três horas.
- Os Casamentos de Santo António nasceram em 1958, criados pelo jornal Diário Popular (Na época designados Noivas de Santo António) para ajudar casais com menos recursos, cobrindo todas as despesas através de patrocínios.
- Em 1974, durante a Revolução, a tradição foi interrompida e só regressou em 1997, por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa.
Os Casamentos de Santo António arrancam nesta sexta-feira em Lisboa, com 16 casais a prepararem-se para trocar alianças. Cinco casais vão casar civilmente no Salão Nobre dos Paços do Concelho, enquanto onze optam pela cerimónia religiosa na Sé. Os noivos e noivas dedicam os últimos dias à imagem, incluindo o corte de cabelo dos noivos e o penteado das noivas.
O tempo de preparação das noivas varia entre duas e três horas, refletindo a atenção aos detalhes para o grande momento. A rotina de preparação faz parte do ritual, que envolve escolhas de vestuário, acessórios e imagem para a celebração.
Origem e propósito
Os Casamentos de Santo António tiveram origem em 1958, criados pelo extinto Diário Popular, então designado Noivas de Santo António. O objetivo era social: viabilizar o matrimónio a casais com menos recursos, cobrindo despesas com patrocínios. Em 1974, a tradição foi interrompida e retomou em 1997, por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa.
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