- Entre abril e maio houve um aumento de cerca de 20% no número de pedidos de ajuda alimentar ao Banco Alimentar Contra a Fome.
- Os pedidos são principalmente de idosos, famílias com filhos e pessoas com rendimentos baixos.
- A subida dos custos com energia e com a habitação é apontada como principal motivo para este incremento.
- A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, afirma que são necessárias medidas públicas urgentes para evitar que a situação piore.
- O Banco Alimentar pretende reforçar a sua rede de apoio, mas diz que a solução passa por políticas de Estado que aliviem as despesas energéticas e habitacionais.
O Banco Alimentar Contra a Fome registou um aumento nos pedidos de apoio entre abril e maio, impulsionado pela escalada dos custos com energia e com a habitação. O crescimento afeta sobretudo idosos e famílias com filhos, segundo os dados da instituição.
Entre os beneficiários, a fatia de rendimentos baixos e famílias com crianças tem aumentado, refletindo o peso financeiro das faturas. O aumento preocupa a organização, que reforça a necessidade de uma resposta pública coordenada para evitar agravamento.
O panorama em Portugal aponta para uma relação direta entre a crise energética, a crise na habitação e a procura de ajuda alimentar. O Banco Alimentar continuará a fortalecer a rede de apoio, enquanto apelando a medidas públicas direcionadas a energia e habitação.
Aumento de pedidos de ajuda alimentar
Entre abril e maio, os pedidos cresceram cerca de 20%, com maior incidência em idosos e famílias com filhos. A instituição mantém o foco na garantia de alimentação diária para quem está em situação de vulnerabilidade.
Necessidade de ações públicas
A organização defende políticas públicas que aliviem a carga financeira das famílias, especialmente nos setores da energia e da habitação. A coordenação entre setor público e social é apresentada como essencial para assegurar dignidade e bem-estar.
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