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Provas ModA deixam milhares de alunos sem aulas

Provas ModA atrasam aulas para milhares de estudantes; greves da próxima semana aumentam a pressão sobre diretores e exigem data alternativa.

Provas de aferição
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  • Cerca de 200 mil alunos dos 4.º e 6.º anos começaram nesta quarta-feira as provas de monitorização da aprendizagem (ModA), que decorrem até ao dia 9 de junho.
  • A primeira prova é de Educação Artística para o 4.º ano, cuja nota pode contar para a avaliação, se as escolas assim o decidirem.
  • A realização das provas obriga milhares de alunos de outros anos a não terem aulas; na Escola Josefa de Óbidos, em Lisboa, os demais alunos entraram apenas às 11h00.
  • O diretor da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, afirmou que o formato digital não teve feedback negativo, em termos gerais, e que as provas decorreram, em princípio, bem.
  • Com greves agendadas para a próxima semana (dia 3) e para o dia 5, os diretores pedem ao ministro a divulgação de uma data alternativa caso as escolas fechem.

Cerca de 200 mil alunos dos 4.º e 6.º anos iniciaram hoje as provas de monitorização da aprendizagem (ModA), que decorrem até 9 de junho. A realização das provas pode influenciar a avaliação das escolas, caso optem por atribuir nota.

A primeira prova é de Educação Artística, destinada aos alunos do 4.º ano. Enquanto estas avaliações decorrem, milhares de alunos dos outros anos não têm aulas, para libertar salas e vigilância. O modelo gera constrangimentos em várias escolas.

Na Escola Josefa de Óbidos, em Lisboa, os estudantes dos outros anos só entraram na escola às 11h00. A Direção Escolar aponta dificuldades logísticas para manter as aulas paralelas e a necessidade de vigias para as provas.

Em relação ao formato digital, o diretor da escola assegura que não houve feedback negativo e que, em princípio, as provas decorreram de forma favorável. Ainda assim, persiste a preocupação com a greve geral do próximo dia 3 e com a paralisação dos trabalhadores não docentes no dia 5.

Greve e gestão de calendário

Diretores pedem ao ministro uma data alternativa caso haja encerramento de escolas nesses dias. Pais e alunos precisam de saber com antecedência como ficarão os horários e as avaliações futuras. A organização escolar requer ajustes para preservar o normal funcionamento das instituições.

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