Cerca de 200 mil alunos dos 4.º e 6.º anos iniciaram hoje as provas de monitorização da aprendizagem (ModA), que decorrem até 9 de junho. A realização das provas pode influenciar a avaliação das escolas, caso optem por atribuir nota.
A primeira prova é de Educação Artística, destinada aos alunos do 4.º ano. Enquanto estas avaliações decorrem, milhares de alunos dos outros anos não têm aulas, para libertar salas e vigilância. O modelo gera constrangimentos em várias escolas.
Na Escola Josefa de Óbidos, em Lisboa, os estudantes dos outros anos só entraram na escola às 11h00. A Direção Escolar aponta dificuldades logísticas para manter as aulas paralelas e a necessidade de vigias para as provas.
Em relação ao formato digital, o diretor da escola assegura que não houve feedback negativo e que, em princípio, as provas decorreram de forma favorável. Ainda assim, persiste a preocupação com a greve geral do próximo dia 3 e com a paralisação dos trabalhadores não docentes no dia 5.
Greve e gestão de calendário
Diretores pedem ao ministro uma data alternativa caso haja encerramento de escolas nesses dias. Pais e alunos precisam de saber com antecedência como ficarão os horários e as avaliações futuras. A organização escolar requer ajustes para preservar o normal funcionamento das instituições.
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