- Três projetos-lei para integrar investigadores com contratos a prazo na carreira científica foram chumbados pelo Parlamento nesta sexta-feira.
- As propostas foram apresentadas pelo Partido Comunista Português, pelo Bloco de Esquerda e pelo Livre.
- Votos contra vieram de PSD, Iniciativa Liberal e CDS-PP; houve abstenções do Chega e do Partido Socialista.
- O Partido Socialista votou apenas a favor da proposta do Livre.
- As propostas não avançam, mantendo a precariedade na carreira científica sem solução à vista.
Nesta sexta-feira, o Parlamento chumbou três projectos-lei destinados a integrar na carreira científica os investigadores com contratos a prazo, considerados precários. As propostas visavam criar caminhos estáveis de carreira.
As iniciativas foram apresentadas pelo Partido Comunista Português, pelo Bloco de Esquerda e pelo Livre. Tiveram votos contrários de PSD, Iniciativa Liberal e CDS-PP, além de abstenções de Chega e do Partido Socialista.
O objetivo era transformar contratos precários em vínculos estáveis dentro da carreira científica, assegurando progressão profissional e maior estabilidade para os investigadores.
Apesar da aprovação de algumas propostas numa votação anterior, o conjunto de medidas foi rejeitado. A reportagem não indica uma solução em perspetiva para já, mantendo-se a precariedade no ecossistema científico.
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