- Em 2025, registou-se um aumento da violência em contexto escolar na CPCJ da Amadora, uma das maiores do país.
- A presidente Joana Pinto afirma que não há semana sem receber situações de violência em contexto escolar.
- Diz que o fator podem ser a falta de investimento na promoção da empatia entre os jovens, o que favorece conflitos com recurso a arma branca nas escolas.
- A CPCJ da Amadora considera este aumento o aspeto mais relevante do ano de 2025.
Na CPCJ da Amadora, a notícia de 2025 aponta para um aumento da violência em contexto escolar, segundo Joana Pinto, presidente da instituição. A responsável destaca que o volume de casos nesta área tem sido relevante face a anos anteriores.
A presidente da CPCJ da Amadora afirma que a violência nas escolas tem aumentado, com casos envolvendo recurso a arma branca em alguns ambientes educativos. O relatório interno da comissão aponta para a necessidade de respostas mais rápidas e coordenadas entre instituição escolar e familiares.
Joana Pinto sublinha que a Amadora alberga uma das maiores CPCJ do país e que o fenómeno merece atenção contínua, dada a sua gravidade e impacto na comunidade educativa. A responsável aponta ainda para dinâmicas que exigem vigilância e atuação preventiva.
Contexto
Explicando as causas, a líder associa o aumento à perceção de que não há investimento suficiente na promoção da empatia entre os jovens. O foco passa a ser, segundo a dirigente, reforçar competências socioemocionais desde a infância e apoiar as escolas na implementação de estratégias preventivas.
A CPCJ da Amadora regulariza a intervenção com famílias, escolas e entidades de proteção, procurando respostas rápidas para casos de violência. Não foram anunciados dados específicos de 2025 nesta publicação.
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