- Grupo de moradores da Artilharia Um afirma estar preparado para levar a tribunal a Câmara de Lisboa se não travar o loteamento junto ao antigo Quartel de Campolide.
- O objetivo é impedir a viabilização do projeto enquanto não forem corrigidas as desconformidades técnicas e legais identificadas pelos serviços da autarquia.
- Os vizinhos apontam como problemas a volumetria excessiva do empreendimento e o corte de árvores na área.
- A contestação surge no âmbito de alterações ao loteamento em curso, promovidas por um fundo de investimento associado ao Novo Banco.
- Os moradores dizem agir em defesa da legalidade e dos direitos de cidadania, caso não haja suspensão até ver resolvidas as falhas apontadas.
Moradores da zona da Artilharia Um, em Lisboa, dizem estar dispostos a avançar com ações legais para impedir a mega-urbanização prevista para os terrenos do antigo Quartel de Campolide, junto à Rua da Artilharia Um. O objetivo é impedir a viabilidade do loteamento do Novo Banco enquanto não forem corrigidas desconformidades legais e técnicas identificadas, segundo os residentes.
O grupo de moradores aponta uma volumetria excessiva e o corte de árvores entre as falhas apontadas. A pressão acontece numa fase de análise do projeto, promovido por um fundo de investimento associado ao Novo Banco, que está a preparar alterações ao loteamento já em curso.
Quem está envolvido varia entre moradores da área e serviços da Câmara de Lisboa, que já detectaram irregularidades técnicas e legais. Os residentes afirmam manter a contestação até que as correções necessárias sejam aplicadas, sustentando a defesa da legalidade e dos direitos de cidadania. A autarquia, por seu lado, não divulgou detalhes adicionais sobre prazos ou consequências administrativas.
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