- Deputados do Partido Socialista (PS) eleitos por Braga questionam a ministra do Trabalho sobre o acompanhamento do Governo à situação da Coindu, que informou 493 trabalhadores vão ficar em lay-off.
- Os deputados apontam elevada preocupação social e laboral, devido ao impacto direto sobre centenas de trabalhadores e suas famílias e às consequências económicas para a região do Ave e para o tecido industrial.
- Questionam quais mecanismos existem para salvaguardar os direitos dos trabalhadores, o rendimento e a manutenção dos postos de trabalho, além de medidas de requalificação profissional em colaboração com o IEFP.
- Procuram saber qual é a avaliação do Governo quanto ao impacto do lay-off no emprego na região e que medidas pretende adotar para prevenir desindustrialização e perda de emprego qualificado no setor automóvel.
- Recorda-se que, no ano passado, a Coindu recorreu ao lay-off e, em 2023, fechou a unidade de Arcos de Valdevez, deixando 350 pessoas desempregadas.
Os deputados do PS eleitos por Braga questionam a ministra do Trabalho sobre o acompanhamento do Governo à situação da Coindu, empresa de componentes automóveis, que informou 493 trabalhadores vão para lay-off. A comunicação foi remetida à ministra Rosário Ramalho.
Os socialistas destacam a elevada preocupação social e laboral gerada pelo fenómeno, apontando impactos diretos sobre centenas de famílias e no tecido económico da região do Ave e do país.
Questionam quais mecanismos vão salvaguardar direitos dos trabalhadores, manter postos de trabalho e assegurar apoio à requalificação profissional em parceria com o IEFP, caso se confirme o lay-off.
Medidas previstas
Pedem detalhes sobre as medidas para manter rendimentos e apoiar a transição ocupacional, bem como a valorização das competências dos trabalhadores afetados.
Questionam ainda a avaliação do Governo sobre o efeito do lay-off na região do Ave e as ações previstas para prevenir desindustrialização e perda de emprego qualificado no setor automóvel.
Contexto recente
No ano passado, a Coindu recorreu ao lay-off e demitiu mais de 120 trabalhadores. Em 2023, a empresa encerrou uma unidade em Arcos de Valdevez, deixando 350 pessoas desempregadas.
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