- A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música dirigiu o programa na sexta-feira passada, sob a batuta de José Eduardo Gomes.
- O concerto misturou modernismo de matriz nacional com dramatismo romântico russo, apresentando um desafio de interpretação.
- A Sinfonia n.º 4 em Fá menor, Op. 36, de Tchaikovsky, revelou uma leitura marcada pela consistência e pela segurança.
- A peça abriu a noite com a Marcha festiva, de Fernando Lopes-Graça.
- O resultado foi uma execução estável, em que quase tudo funcionou, sem grandes surpresas.
Om concerto apresentado pela Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música (OSPCdM) na sexta-feira anterior mostrou um desempenho sólido, com interpretação sem grandes surpresas. O espetáculo ocorreu no âmbito do espaço Casa da Música, no Porto, sob a direção de José Eduardo Gomes.
A Sinfonia n.º 4 em Fá menor, Op. 36, de Tchaikovsky, destacou-se pela consistência e pela segurança da leitura, mantendo um fio coerente ao longo da obra. A condução de Gomes proporcionou um andamento firme, com equilíbrio entre as secções.
A abertura ficou a cargo da Marcha festiva, de Fernando Lopes-Graça, destacando-se pela cadência marcial que abriu a noite. A conjugação entre virtuosismo orquestral e clareza de discurso musical foi notória.
Programa
A ordem do programa revelou uma leitura tradicional, mantendo o foco na habilidade técnica da orquestra e na direção firme do regente. A noite, embora não tenha apresentado surpresas súbitas, evidenciou a capacidade da OSPCdM em cumprir com precisão o repertório seleccionado.
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