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Seguro marca dia contra homofobia e rejeita discriminação por orientação sexual

Presidente da República afirma que discriminar pela orientação sexual é violação da dignidade humana e defende aprofundar o caminho pela igualdade

António José Seguro
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  • O Presidente da República afirmou, neste Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia, que discriminar pela orientação sexual é inaceitável e viola a dignidade humana.
  • Em mensagem publicada no sítio oficial, recordou palavras suas da sessão solene do 25 de Abril e disse que o caminho para a igualdade exige consolidação e melhoria contínuas.
  • Garantiu que estará ao lado de quem enfrenta discriminação, violência ou segregação, defendendo um Portugal onde cada pessoa possa viver sem medo.
  • Citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição, lembrando que todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
  • Reforçou que ninguém pode ser privado de direitos por orientação sexual, entre outros traços, destacando que estas palavras têm peso de lei numa sociedade democrática.

O Presidente da República, António José Seguro, afirmou neste domingo que qualquer discriminação, agressão ou exclusão com base na identidade ou orientação sexual é inaceitável e uma violação da dignidade humana. A mensagem foi publicada no sítio oficial da Presidência para marcar o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia.

O chefe de Estado lembrou frases proferidas na sessão solene do 25 de Abril, destacando que somos iguais e livres no pensamento, no agir, no criar e no amar. Estas palavras, disse, espelham uma convicção firme e traduzem valores que defende.

Numa afirmação sem ambiguidades, Seguro sublinhou que discriminar, agredir ou excluir alguém por orientação sexual é uma violação da dignidade humana. O caminho para a igualdade exige um esforço contínuo de consolidação e melhoria.

O Presidente comprometeu-se a, no exercício do cargo, estar ao lado de todas as pessoas que enfrentam discriminação, violência ou segregação, e a defender um Portugal onde cada pessoa possa viver sem medo.

Recorreu à Declaração Universal dos Direitos Humanos para lembrar que todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, além de invocar a Constituição. Ninguém pode ser privado de direitos por motivos de orientação ou outras características.

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