- Milhares de estudantes da Universidade do Minho participaram na cerimónia de imposição de insígnias, uma das duas realizadas ontem em Braga e Guimarães.
- A cerimónia no Sameiro, em Braga, contou com a presença de finalistas, durante a manhã de sábado.
- O acesso ao Sameiro foi complicado devido ao estacionamento irregular, com carros a ocupar bermas, passeios e parte da estrada a cerca de dois quilómetros do alto do Sameiro.
- Muitos estudantes seguiram a pé o trajeto restante, com guarda-chuvas na mão, após o pai ter conseguido estacionar o carro numa passagem estreita.
- A outra cerimónia de imposição de insígnias realizou-se na Penha, em Guimarães, para os cursos da Universidade do Minho nesse território.
Milhares de estudantes da Universidade do Minho participaram, neste sábado, na cerimónia de imposição das insígnias no Sameiro, Braga. A meteorologia e o trânsito condicionaram o acesso ao recinto do santuário durante a manhã.
À ida ao Sameiro, muitos estacionaram em bermas e passeios, ocupando parte da estrada a cerca de dois quilómetros do alto. Guardan-chuva na mão, alguns optaram por seguir a pé o restante trajeto, diante da dificuldade de entrada por carro.
Para muitos participantes, a deslocação desde a Falperra a pé foi a única solução viável, dada a escassez de vagas. A cerimónia integra uma das duas finais da Universidade do Minho, sendo a outra realizada na Penha, em Guimarães, para cursos ali sediados.
Cerimónias em Braga e Guimarães
A cerimónia de imposição de insígnias no Sameiro ocorreu pela manhã, reunindo milhares de finalistas. A segunda sessão realizou-se na Penha, oferecendo uma alternativa para os cursos que aí funcionam.
O evento é marcado pela emoção dos finalistas, que concorre para ordenar o dia. A logística de acesso e as condições meteorológicas foram pontos centrais do dia, sem alterações ao formato formal da cerimónia.
Entre na conversa da comunidade