- O IEFP tem 12.500 imigrantes a frequentar os seus cursos, o que representa 24% do total de formandos.
- Alisha Liaqat e a irmã Zil Huma, do Paquistão, frequentam o curso técnico de Pastelaria e Padaria no Centro de Formação Profissional do Seixal.
- Reza Ayubi deixou o Afeganistão com 14 anos e está em Portugal há cinco, no curso de Mecânico de Automóvel em Alcoitão.
- Abdul Khalilzad, refugiado do Afeganistão, frequenta o curso de Português Língua de Acolhimento na Amadora.
- Griselda Elizabeth Ali, natural da Argentina, é técnica auxiliar de saúde e frequenta o nível avançado de português.
Alisha Liaqat e a irmã Zil Huma chegam de braço dado ao Centro de Formação Profissional do Seixal. Vestem a jaleca e tomam posição na bancada da cozinha, entre colegas do curso técnico de Pastelaria e Padaria. As irmãs são paquistanesas.
Estão entre os 12.500 imigrantes que frequentam os cursos do IEFP, o que representa cerca de 24% do total de formandos. O objetivo é fortalecer competências para o mercado de trabalho em Portugal.
A presença de imigrantes no sistema de formação é vista como uma porta de entrada para emprego, incluindo cursos técnicos que complementam a aprendizagem de línguas e aceitação no país.
Imigração e formação
Reza Ayubi deixou o Afeganistão aos 14 anos e está há cinco em Portugal. Frequentar o curso de Mecânico de Automóvel em Alcoitão faz parte do seu projeto de integração.
Na Amadora, Abdul Khalilzad, refugiado afegão, estuda Português Língua de Acolhimento, passo crucial para a comunicação e inclusão social.
Griselda Elizabeth Ali, natural da Argentina, é técnica auxiliar de saúde e frequenta o nível avançado de português, ampliando as suas funções profissionais no país.
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