A CGTP mantém a posição de rejeitar a proposta de alterações à legislação laboral. O secretário-geral afirmou que, no final deste processo, as estruturas sindicais serão responsabilizadas pelo caminho que seguiram, mas a organização sairá de cabeça erguida.
Tiago Oliveira destacou à Lusa, após um plenário com trabalhadores do turno da manhã da ex-Renault Cacia, agora Horse Aveiro, que a CGTP não fragilizou os objetivos dos trabalhadores nem recuou na exigência de retirar o pacote laboral.
O responsável sindical sublinhou que a rejeição expressa pela maioria, já manifestada na greve de dezembro de 2025, reflete a posição dos trabalhadores contra as alterações propostas pelo Governo.
Local de Aveiro e realidade do trabalho
Quase 1.500 trabalhadores da Horse Aveiro formam o destaque local para a discussão, segundo Oliveira, que lembrou a participação maciça na greve geral de dezembro passado.
O dirigente defendeu que o Governo precisa perceber de que lado está a maioria do país: os trabalhadores, reformados e jovens que se posicionam contra o pacote laboral.
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