- Dia Nacional do Estudante, marcha de Lisboa começa às 14h30 no Rossio e termina na Assembleia da República, levando estudantes de norte a sul.
- Reivindicação central: gratuitidade do ensino superior, alojamento público a preços acessíveis e maior democracia nas instituições; Amélia Saraiva, presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (AEFCSH) destaca a necessidade de maior representatividade.
- AEFCSH informou que os pedidos já foram enviados ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação; a prioridade continua a ser a propina, considerada entrave à entrada no ensino superior, apesar de ter havido resposta sobre alojamento estudantil.
- Participação prevista de associações académicas de várias regiões: Coimbra, Beira Interior, Minho, Aveiro, Trás-os-Montes e Alto Douro, Algarve, Madeira e Évora.
- O objetivo é superar os cinco mil estudantes do ano passado, com planeamento mais cedo e a intenção de demonstrar publicamente as questões em torno do ensino superior.
Estudantes do ensino superior de norte a sul vão à rua no Dia Nacional do Estudante para exigir políticas que tornem o ensino superior gratuito, alojamento público a preços acessíveis e maior democracia nas instituições. A marcha parte do Rossio, em Lisboa, e terminará junto à Assembleia da República.
A ação reúne estudantes de várias regiões, incluindo associações académicas de Coimbra, Beira Interior, Minho, Aveiro, Trás-os-Montes e Alto Douro, Algarve, Madeira e Évora. O objetivo central é reduzir obstáculos à entrada no ensino superior, com foco na propina.
A dirigente da AEFCSH, a Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, afirma que as propostas já foram apresentadas ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação. O alojamento estudantil já mereceu resposta, mas persiste a pressão sobre a questão da propina.
Participação de diversas associações académicas
A previsão é de que mais studenti se juntem ao protesto em comparação com o ano passado, com números estimados acima de cinco mil. A marcha está marcada para as 14h30, com início no Rossio e objetivo final na Assembleia da República. A organização indica que este é um dia para marcar posição sobre estas matérias.
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