- No cemitério de Quetta, Paquistão, lápides de mármore polido gravam retratos dos falecidos para manter viva a memória.
- A prática tornou-se popular entre a comunidade hazara.
- O artista local Sadiq Poya esculpe as imagens e, por vezes, oferece o trabalho gratuitamente a quem não pode pagar.
- Os retratos gravados trazem conforto aos familiares quando visitam as campas.
- Em alguns casos, os retratos ajudam os familiares mais velhos a reconhecerem facilmente as campas em grandes cemitérios.
Num cemitério de Quetta, no Paquistão, lápides de mármore polido gravadas com retratos dos falecidos têm ganho expressão entre as famílias, ajudando a manter viva a memória dos entes queridos.
O trabalho é realizado pelo artista local Sadiq Poya, que esculpe as imagens no mármore e, por vezes, oferece o serviço gratuitamente àquelas famílias que não têm meios para pagar.
Familiares afirmam que os retratos gravados proporcionam conforto durante as visitas e ajudam os idosos a reconhecerem facilmente as campas em cemitérios extensos.
Impacto para a comunidade hazara
Entre a comunidade hazara, a prática tem ganhado aceitação, com relatos de que as imagens reforçam a ligação com os falecidos e fortalecem rituais de memória.
A iniciativa destaca o papel da arte funerária na vida comunitária, sem comentários ou opiniões, apenas como fator de apoio emocional relatado pelos familiares.
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