Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Escolas artísticas exigem maior apoio financeiro do Estado

Protesto em Lisboa de escolas artísticas privadas e cooperativas exige atualização do financiamento estatal e divulgação dos contratos de patrocínio até abril

Escolas artísticas protestam por maior apoio financeiro do Estado
0:00
Carregando...
0:00

Alunos e professores de escolas artísticas privadas e cooperativas protestaram hoje, em Lisboa, junto ao Ministério da Educação, às 15h. O objetivo é exigir a atualização do apoio financeiro do Estado e pôr fim ao congelamento de 2009.

Rui Fernandes, diretor da F, afirmou que 50 escolas já confirmaram presença no protesto. O movimento envolve também pais e não docentes.

Os manifestantes exigem a publicação, até ao final de abril, dos contratos de patrocínio, que definem as vagas para estudantes financiados pelo Estado. O atraso afeta planeamento de cursos e horários.

Além disso, reclamam acesso equitativo à rede de ensino artístico especializado, para evitar exclusões por vagas ou desigualdades territoriais.

Participam o Conservatório David de Sousa (Figueira da Foz), o Conservatório Silva Marques Vila Franca de Xira e a Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo (Oeiras). A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo junta-se à marcha.

Rodrigo Queiroz e Melo, diretor executivo da associação, afirmou que 98% dos alunos frequentam conservatórios do sector privado e cooperativo. A organização recorda que, desde 2009, os Governos têm desinvestido nesta rede.

Segundo o comunicado da associação, 32.000 alunos frequentam conservatórios privados cooperativos, o que sustenta a defesa por atualização do financiamento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais